O som de todos os sons
Ela se encaixa em qualquer momento. Nos dias de fossa, serve pra arrancar aquele sorriso, mesmo que este dure apenas 5 minutos. Quando a felicidade reina, é ela que deixa tudo ainda melhor, deixando no ar uma sensação de plenitude. A letra pega lá no fundo, a melodia é simples, a voz não deixa falhas. A música? Keep On Singin' My Song, da Christina Aguilera.
Não tenha preconceitos, ouça. Coloco aqui, na maior sinceridade, que foi a música que mais me ajudou até hoje. Eu era chata, infantil e revoltadinha. Fui crescendo, mudando e ouvindo coisas novas, e foi essa a letra que me embalou durante todo o processo. Sabe quando você acha que aquilo foi escrito pra você? Eu sei, é um clichê barato, mas foi assim mesmo. Todas as frases soltas, as mensagens positivas, o grito de siga em frente cantando sua canção. Consegue trazer à tona certas coisas tão escondidas que até se tornam memórias. São palavras simples, mas são as mais adequadas pra mostrar que, não importa o que aconteça, o que está dentro de você permanece intacto. Assim, um dia, você perceberá que é essa paz interior que te fará gargalhar, como acontece no final da música.
- Texto pro Tudo de Blog
*Vocês têm noção de como foi difícil escolher só uma música?
Hoje eu descobri que...
-Em um ano é impresso, mundialmente, mais dinheiro de Banco Imobiliário do que dinheiro de verdade;
-Em 1997 as linhas áereas americanas economizaram 40 mil dólares eliminando uma azeitona de cada salada;
-Milhões de árvores são acidentalmente plantadas por esquilos que enterram nozes e não se lembram onde esconderam;
-Acredita-se que o número de possibilidades de um jogo de xadrez e maior que o número de átomos existentes no universo;
-A rainha Maria Antonieta (França) detém o recorde de mais alto penteado já documentado, com 91,44 cm de altura;
-O filme Duro de Matar com Bruce Willis mostra 264 mortes em 124 minutos de filme;
-O endereço para mandar um carta para o Steven Spielberg é:
Amblin Entertainment
100 Universal City Plaza
Universal City, CA 91608, USA
-Eu preciso arranjar alguma coisa pra fazer.
A arte de aceitar
Quando uma coisa muda, tudo ao seu redor muda também. É isso que nos deixa tão apreensivos e desconfiados, nunca acreditando que essa mudança seja o melhor a acontecer. Ninguém gosta de ficar no vácuo, se apegando a clichês batidos que prometem que tudo vai ficar bem, principalmente se eles aparecem no momento que você mais precisa de uma indicação certa, e não de mais uma esperança.
Terminar um namoro é assim. É difícil aceitar que aquele sentimento, um dia tão forte, simplesmente sumiu, deixando uma lacuna entre duas pessoas. Os dias que se seguem ao adeus são recheados de perguntas sem respostas, acusações e muito chocolate. Nessa hora ninguém lembra que um relacionamento é feito de dois lados, e que nem sempre alguém teve culpa no cartório. A partir do momento que você passa a amar uma pessoa, muitas outras questões paralelas surgem também, e é importante saber conservar o sentimento apesar delas. Gostar de alguém é, em primeiro lugar, uma atitude altruísta, e ser correspondido na mesma intensidade depende de várias coisas. Portanto, não se questione tanto e nem procure causas aonde elas não existem. Se nenhum dos dois fez nada de errado e tudo aconteceu de forma gradual, não insista. Use seu tempo, pratique um pouco de autoconhecimento e aceite os fatos. Assim, dentro de um tempo, você percebe que uma mudança pode sim melhorar as coisas e que passar um tempo sozinho não é o fim do mundo.
- Texto pro Tudo de Blog
Por uma tela de 29 polegadas
Acho incrível as pessoas que ainda querem se tornar atores/atrizes hoje em dia. Meu, pra valer a pena tem que ser seu sonho mesmo, sem contar que você tem que estar disposto a tantas coisas que só com muita determinação se consegue. Eu, por exemplo, nunca daria certo numa novela das oito.
Em primeiro lugar, não memorizo as coisas. Decorar falas seria um pesadelo pra mim, e interpretá-las seria pior ainda. Não tenho atitude corporal, não sei demonstrar emoções com movimentos e sou péssima em aceitar ordens e direções sem direito de indagação. Mas nada disso se compara ao maior problema: eu não consigo parar de rir. Sabe quando passam os erros de gravação e os atores ficam rindo uns dos outros e, em dez segundos, o diretor grita "Ação!" e eles já estão com cara de Oscar de novo? Então...Quando qualquer coisa acontece e eu começo a rir, me dê uns cinco minutos para que eu consiga retomar o que estava fazendo antes. Até parece que eu iria parar de rir com um grito de um carinha sentado numa cadeira. Aí que eu começaria a rir mais, com certeza.
Sei lá, tem que gostar muito mesmo, ao ponto de não se importar com os fãs chatos, olho gordo dos invejosos e colunistas fofoqueiros que falam que você tá de casamento marcado com o cara que te vendeu um chiclete ontem. Tudo bem que o dinheiro e o reconhecimento valem a pena, mas eu ainda prefiro minha vida de ilustre desconhecida que vê a Camila Pitanga só pela tv da sala mesmo.
*Admito que eu já quis ser atriz, tá. Tudo bem que eu já quis ser cantora, dentista, paleontóloga, veterinária, professora e dona de bar na praia, mas isso é assunto pra outro post.
**Pra quem não sabe, eu saí na revista Capricho! Meu texto sobre o Dia dos Namorados foi publicado, e eu virei celebridade instantânea na escola. Tão legal...
***Juro que um dia eu aprendo a fazer layouts super modernos e supimpas pra colocar aqui.
****Não acredito que eu falei a palavra supimpa.

Monica, 17 anos bem vividos, acaba de se tornar uma vestibulanda (das mais neuróticas). Tem uma gata gordinha, amigos de longa data e um casamento planejado desde os cinco anos de idade. Mais? Orkut